Chegou faceira, curiosa, os olhos arregalados, meio melindrada depois da viagem de carro, e correu logo para explorar cada cantinho da casa. Miou como que perguntando “Onde estou?” e depois de um afago aqui, palavras de carinho ali, fechou os olhos e ronronou satisfeita.
Ou seria conformada?
Desse jeito, bem tranquilo, foi o primeiro dia da Mia, nossa bichaninha, em casa.
Fomos encontrá-la no dia de um evento de adoção promovido pela PACT (People And Cats Together). Estava na entrada, na primeira gaiola em que batemos o olho, e surpreendentemente foi assim, clichê bem manjado, gasto pelo uso: amor ao primeiro olhar.
Pedimos para nos deixarem pegá-la no colo. Para surpresa das voluntárias, deixou-se segurar sem nenhuma resistência, ainda que silvando para os gatos à nossa volta. Um pequeno papel colado na gaiola dizia que tinha três ou quatro anos de idade, temperamento amistoso, mas não tolerava outros felinos. O ideal seria poder reinar absoluta no novo lar.
Absoluta? Opa. Saímos de casa de manhã com a intenção de adotar dois gatinhos pequenos… Vendo nossos planos comprometidos, por um momento, hesitamos.
Uma fração de segundo.
O magnetismo da Mia falou mais alto.
Adotando um animal de estimação
A internet está repleta de informações e, uma vez que estejamos de verdade prontos para o compromisso da adoção, existem vários mecanismos específicos de busca por um bichinho. Alguns dos mais populares nos EUA são o Petfinder e o Adopt a Pet, onde podemos encontrar animais, como cachorros, gatos, coelhos, porcos, passarinhos, etc, em qualquer lugar do país. Na adoção, costuma-se cobrar uma taxa (para gato e cachorro, em torno de 100 dólares) para colaborar com a manutenção dos abrigos e as despesas de cuidados com os animais resgatados. Depois da pesquisa on-line, o passo seguinte é a visita in loco. Quase sempre tem um abrigo não muito longe de onde moramos.
O pensamento vigente aqui, pelo menos entre amigos, é de que é melhor buscar um bichinho num abrigo do que comprá-lo numa loja. As vantagens da adoção são diversas. Além do senso de gratificação pessoal ao salvar um animal (infelizmente, a eutanásia é a sina de muitos), ainda economizamos e geralmente os recebemos mais por dentro do seu estado de saúde, pois as organizações voluntárias costumam cuidar bem deles, providenciando exames médicos e toda a vacinação necessária. O que nem sempre acontece com os das lojas, muitas vezes criados por demanda, sob parcas condições, em verdadeiras fábricas de reprodução… Os grupos de resgate são compostos de gente que realmente se importa e busca um lar para os animais, chegando até, algumas vezes – pasmem – a recusar a adoção, dependendo da entrevista inicial com os candidatos.
Hoje, na verdade, apesar da ampla comercialização de peixes, roedores e répteis nas pet shops americanas, vemos cada vez menos gatos e cachorros à venda.
Por outro lado, quanto às organizações protetoras de animais, nem todas têm condições de manter o seu próprio abrigo. Muitas contam com a colaboração de famílias adotivas temporárias que mantêm os animais até que encontrem um lar definitivo. Esses grupos voluntários costumam trabalhar em parceria com grandes lojas de produtos para animais, como por exemplo a Petco e a PetSmart, que periodicamente cedem espaço para apresentar os bichinhos ao público. Quem adota, acaba comprando os apetrechos necessários lá mesmo, na loja, que assim, claro, sai ganhando também.
Nossa experiência
Não tínhamos a mínima idéia de como seria bem estruturado o processo. Nossa gatinha veio da PACT, que por não ter um abrigo próprio, usa o espaço da Petco nos finais de semana para mostrar os animais.
O grupo, que não é adepto da eutanásia, tinha um breve histórico fichado (até onde se sabia) da bichana. Mia tinha sido criada por alguém que, quando se mudou, irresponsavelmente a abandonou numa garagem vazia. Encontrada pelo proprietário do imóvel, foi levada para casa mas, assustada, fugiu para a rua, onde passou alguns dias até ser reencontrada e levada para a PACT. De lá, foi adotada por uma senhora que, após três semanas, decidiu devolvê-la porque, apesar de ser uma “ótima gata”, não tolerava os outros felinos da casa.
O grupo a levou ao veterinário e, como tinha ficado algum tempo nas ruas, providenciou testes de síndrome urológica felina e leucemia, ambos com resultado negativo. Preenchemos uma ficha, recebemos outra com informações sobre seus hábitos específicos, além de um kit com guia para cuidados e nutrição, comprimidos vermífugos, coleira com identificação, um pequeno forro de retalhos, uma lista de veterinários para o primeiro exame (gratuito no caso de adoção) e muitos panfletos informativos. Como a adoção foi na Petco, recebemos da loja um ticket de desconto para a compra dos itens necessários, como comida, brinquedos, caixa de areia santária, etc. Saímos de lá carregados.
A verdade é que, em plena crise, surpreendentemente, a indústria de produtos para animais segue mais robusta do que nunca. De acordo com a empresa de pesquisa de mercado Packaged Facts, no ano passado, mesmo apertando os cintos, os americanos gastaram cerca de 55 bilhões de dólares com os seus bichos, um valor recorde. As ações das grandes cadeias de pet shops estão em alta e, de olho na mina, celebridades como Ellen De Generes e Martha Stewart estão emprestando o nome e começando a investir em produtos desse mercado.
Nas últimas semanas, recebemos dois telefonemas da coordenadora da adoção para saber se estava tudo bem. Ao ouvir que o veterinário estava fazendo um teste de tinha, uma infecção micótica, ela disse que a organização pagaria o tratamento se o resultado fosse positivo, pois não queriam “que pensássemos que entregavam gatos doentes”. A participação e o apoio deles iria até o fim.
Mia se limpa obsessivamente e às vezes acaba tirando um chumacinho de pêlo aqui e ali, o que fez o veterinário considerar a possibilidade da micose, felizmente descartada depois, com o resultado negativo do exame.
Nossa gata
Com um histórico de troca-troca de casas, abandono, solidão, a mercê do vento, da chuva e da fome nos dias em que dormiu a céu aberto, Mia sem dúvida vem com bagagem. Há algumas semanas, chegou magricelinha, tímida, com medo de pôr as patinhas no quintal, se sobressaltando com o menor ruído… Com o tempo, no entanto, foi aprendendo a confiar e se revelando: calma, sofisticada, afetuosa… Com o rabo do olho a observamos. Tomamos nota de suas reações: o que a agita, o que a tranquiliza, os brinquedos preferidos, os tons dos murmúrios, as abanadas da cauda, os hábitos crepusculares, os olhares blasés… Miamos de volta, engatinhamos ao seu lado, nos derretemos a cada chamado…
Pouco a pouco, vamos sendo domesticados.




RenatoAlves
19/06/2011
Que coisa linda Lilian. Parabéns pela Mia. Animais de estimação eu considero, uma das melhores coisas dessa vida. Eu tive uma cocker spaniel dourada por 16 anos. Ela era o meu anjo da guarda. Sempre alí me amando incondicionalmente, sendo companheira pra o que der e vier. Infelizmente ela faleceu tragicamente em 2009 e até o mês passado eu ainda sofria muito por causa dela. Até que comprei a Annabelle…uma cocker spaniel branca e preta. Não encontrei nenhuma para doar e eu queria muito uma cocker. Desde que ela chegou meus dias se alegraram e eu não vejo a hora de chegar em casa todo dia pra encontrar minha belezurinha.
Nosso próximo cachorro será sim uma adoção. Parabéns novamente! A Mia é linda, elegantíssma
Aqui vai o link se quiser saber do meu post sobre a Annabelle
http://acessa.me/dva8
Bye
Lilian Kano
20/06/2011
Oi, Renato
Obrigada!
Li o seu post. O seu vínculo com a Alinne era bem especial, né? Lamento a sua perda…
A Annabelle é uma gracinha. Que jornada para encontrá-la. E determinação também.
Os gatos são mais reservados, mas também podem ser bons companheiros. Felizmente, a Mia é people friendly. Estamos aprendendo muito e super felizes com ela.
Abs!
steve
20/06/2011
Assim que você realmente que um gato
Lilian Kano
21/06/2011
Yes, Steve, I really got a kitty! Isn’t she cute?
Toshiro
26/06/2011
Olá Sayumi! Esse texto,me faz voltar ao tempo em que morava no sítio e vc tinha um enorme zelos pelos felinos e senão me engano tinha uma filhota felina que se chamava mimi……É isso mesmo??? Recordar é viver……rsrsrsrsr….Um forte abraço!
Lilian Kano
26/06/2011
Que saudade de você, Toshi!
Se lembra da Mimi? Foi a minha primeira gatinha. Depois ganhei a Bisteca, outra grande companheira… A primeira pergunta do questionário para a adoção foi se eu tinha tido algum gato antes. Quantos tivemos lá no sítio!
Voltei no tempo.
Beijão!
Lorna
25/08/2011
Lilian, perdi minha companheira peluda esse ano por conta de um câncer. Ela morava com a minha mãe no Brasil. Eu chorei tanto quado recebi a notícia. Ela, apesar de velhinha, sempre me recebia de um jeito especial quando eu chegava na casa da minha mãe.Bom, eu já estava procurando um bichinho para adotar e agora que irei sofrer 1 mês sem carteira de motorista, estou procurando bastante um companheirinho peludo. Até que meu marido, que não é muito a favor (não porque não goste dos peludinhos e sim porque nossa situação aqui ainda é bem provisória), encontrou uma coisinha fofa, quando me mostrou a foto, eu quase morro de amores! Vamos ver se algum cachorrinho me escolhe né?
Lilian Kano
25/08/2011
Ah, Lorna, a perda é sempre dolorosa, né?
Durante muito tempo também hesitamos na adoção porque viajamos muito.
Mas, recentemente, nos fixamos de vez e decidimos que chegou a hora.
Montamos um esquema em que alguém vem em casa cuidar dos pimpolhos e das plantas na nossa ausência e estamos tentando segurar o facho, reduzindo um pouco as viagens.
Imagina, agora temos três gatinhos! A princípio em caráter experimental, mas acabou dando certo. Os dois pequenos brincam o tempo todo e deixam a Mia em paz. Ela ainda é a rainha da casa.
Se você for a um abrigo ou evento de adoção, tenho certeza que vai rolar a química.
Outro dia estava até pesquisando as condições de levá-los numa viagem mais longa (mais de um mês). Não sei sua situação, mas você também pode considerar isso se for o caso de voltar para sua terra natal ou algo do gênero.
Tudo de bom!
Naluh
07/09/2011
Mia é lindíssima!!! Uma lady!
Lilian Kano
07/09/2011
Obrigada, Naluh! Estamos corujíssimos.
Tudo de bom na volta ao Brasil!
SamantaSammy
11/09/2011
Olá Lilian !
Parabéns pela bela iniciativa da adoção e por compartilhar conosco tantas informações importantes e interessantes !
A Mia é linda !!! E tenho certeza de que está embelezando e alegrando a casa !
Cresci em meio a gatinhos e cães, adoro animais, e enquanto morei com minha mãe eu tinha uma gatinha que era assim temperamental, ela até hoje dá uns tabefes nos outros gatinhos pois gosta de ser a Rainha da casa, mas já melhorou bastante, acho que se conformou rsrs e de vez em quando até arrisca brincar com os outros. Infelizmente quando me mudei para outro Estado, tive que deixá-la por lá, além de morar num ap muito pequeno, ela iria ficar o dia todo sozinha e por estar acostumada com a casa cheia, fiquei com receio de que se entristecesse… Mas morro de saudades dela e também de ter um bichinho, por isso ando nas ruas afagando todos os que encontro rsrs
felicidades pra vocês
Beijos e bom Domingo !
Lilian Kano
11/09/2011
Não é um tesourinho, Samanta?
Já descobrimos que boa parte da atitude cool e poderosa dela é na verdade de fachada, uma senhora encenação. Ela tem muitas facetas, inclusive seus momentos “menininha”, às vezes frágil, sempre bastante sensível, e impõe um respeito danado entre os pequenos.
Acho que tudo tem o seu tempo, né? Durante anos, tive os mesmos receios que você e não peguei um bichinho para criar por me ausentar muito de casa. O gato tende a ser mais independente do que o cachorro, mas ainda assim requer um bocado de atenção.
Finalmente, o momento chegou. E como a nossa vida foi enriquecida com isso! Estamos super felizes com a Mia e os dois “irmãos” que vieram depois.
Obrigada pela visita e tudo de bom para você também.
Um beijo!
Patrícia Taconi
14/09/2011
Oi Lilian!
Sei que já faz algum tempo que escreveu este post, mas ele me chamou muito a atenção porque ultimamente tenho pensado muito na irresponsabilidade que os humanos tem com os bichos. Alguns pensam que eles são descartáveis….e abandonam…isso quando não encontramos pessoais cruéis que os maltratam. Bem, parabéns pela sua iniciativa da adoção, é o que tenho falado para todos aqui no Brasil, mas as pessoas, no geral, tratam os bichos como coisas numa vitrine para a venda, infelizmente. Tenho um gato siamês igual à Mia, chamado JAcob. Ele também não gosta de ter outros gatos em casa. Estou tentando fazer amizade entre ele e outra gatinha que adotamos por se encontrar abandonada, a Juliet, mas está dando o maior trabalho! Os gatos são fascinantes e aprendemos muito com eles!
Amei seu Blog!
Um abraço Brasileiro pra você!!!!!
Lilian Kano
14/09/2011
Oi, Patrícia
Bem-vinda!
Por aqui também, nesses centros de adoção ouvimos muitas histórias de gatos abandonados porque com o tranco na economia, muita gente não conseguiu mais pagar a casa e foi forçada a se mudar de uma hora para a outra. É um tal de encontrar bichinhos famintos nas garagens, sem comida nem água… Uma tristeza.
Como o Jacob, a Mia demorou a aceitar a segunda gatinha que trouxemos (em caráter experimental) e tivemos um mini-drama. A harmonia foi quebrada e pensamos até em devolver a pequena, por causa do estresse da Mia. Decisão difícil pois depois de uma semana nos apegamos a ela também. Conversamos com a coordenadora da adoção e ela deu uma sugestão inusitada: experimentar trazer um terceiro. E não é que funcionou!
Os dois pequenos se dão muito bem, dormem juntos e brincam o tempo todo, deixando a Mia tranquila, na dela. A essa altura, ela já se acostumou com eles e a paz reina em casa. Nossa alegria foi triplicada!
Margot Félix
17/09/2011
Olá, Lilian. Vim agradecer sua visita ao meu blog. Volte sempre!
Nossa, ter gatos em casa é indispensável. Eles são verdadeiros companheiros e, com o passar dos anos, tomamos essas coisas fofas como verdadeiras pessoinhas. =)
Adorei seu blog. Muito bom gosto!
=)
Z
17/09/2011
Lilian, muito obrigada pela visita!
Adorei a Mia! Também tenho gatos e, são 3.
O problema das pessoas é achar que bicho de estimação é “disposable”. Enquanto o animal está saudável, é aceitável. Quando ficam doentes, velhos ou apresentam problemas de comportamento, são despejados. Certa vez, recolhi um gato da rua. Sujo demais. Não era castrado, aparentemente vivia pelas ruas. Gastei uma nota no Veterinário. Fiquei com ele o quanto pude. Ele espirrava xixi em tudo, miava enlouquecidademente, porque não suportava ficar dentro de casa. E brigava com os outros gatos da casa. A situação ficou complicada. Ele não deixava ninguém dormir, ia pra rua e voltava com feridas enormes (brigava com os gatos dos vizinhos) e lá ia eu pro Veterinário, costurar o gato! Um vizinho veio buscá-lo e hoje ele está bem feliz por lá. Nunca ouvi reclamações. Saudades dele, mesmo assim. No ano passado o Frederico (20 anos) chegou ao fim da vida e daí adotei uma gatinha preta. Agora minha gata mais velha, resolveu urinar num tapete da casa…ela já tá com quase 14 anos e veio do Brasil comigo. Bem, ela pode mijar com gosto, porque dela não me desfaço. Já estou sofrendo por antecipação, porque sei que ela tem alguns anos para viver…minha primeira gatinha! E o tapete…bem, tive que jogar fora!
Lilian Kano
17/09/2011
Obrigada pela visita, Margot e Zee!
Nos últimos tempos, comecei a navegar um pouco mais por aí e espiar websites diferentes para ver de que os outros blogueiros andavam falando. O que deveria ter feito há algum tempo. Me dei conta do quanto andava desconectada e descobri uns cantinhos bem interessantes.
Da última vez que nos ausentamos, ao chegar em casa, também encontramos uma surpresa no carpete, Zee. Eles dão um pouco de trabalho, mas acho que é nadica de nada perto da alegria que trazem.
O Frederico teve uma vida bem longa, né? Tomara que os outros sigam por esse caminho.
Os meus gatos nunca vão para a rua, no máximo, tomam um sozinho no quintal.
Amanhã partimos em viagem e, dessa vez, pensamos em deixá-los no veterinário aqui perto, mas desistimos ao ver as gaiolas onde ficavam. Ainda bem que o serviço de catsitting é comum e razoável por aqui. Uma senhora vai vir diariamente cuidar dos bichinhos. Estou pensando agora se devo colocar umas câmeras pela casa…
Lilian
26/09/2011
Ai, que LINDA a sua gatinha, a Mia! Como se não bastassem as coincidências (temos o mesmo nome, somos brasileiras, blogueiras, gostamos de gatos), eu ADORO gatos siamêses como a Mia. Já tive dois, mas foi muito tempo atrás, um quando tinha 13 anos, e outra (que teve filhotinhos, siamesinhos!) quando eu tinha 22. Meu sonho é ter outro algum dia… mas como resolvi ter gatinhos pequenos, tive que pegar o que apareceu, né?
Então, como você achou o meu blog? Obrigada por comentar, e também por incluir seu blog no profile do blogger q vc usou pra comentar! É sempre bom encontrar novos “blogueiros” no pedaço… eu tenho muitos amigos e amigas virtuais que conheci através de blogs, muitos dos quais acabo conhecendo pessoalmente! Bom, vou arrumar um tempinho pra ler seu blog, tá bom? Um abraço.
Lilian Kano
27/09/2011
Oi, Lilian!
Descobri que os siameses têm a realeza na barriga. Em casa, a Mia é a dona do pedaço. Nós somos meros súditos.
Cheguei ao seu blog há alguns dias através do blogroll de alguém. Achei os seus posts ecléticos e muito interessantes. Senti afinidade também por ter atuado na mesma área, fora do país, e me deparado no trabalho com as difenças culturais e questionamentos que você aborda um pouco (no meu caso, em Tóquio). Aqui, virei adepta da “portable career” e devo me enveredar mais e mais por esse caminho.
Meu marido adorou a música da Zizi Possi, que não conhecia e, para mim, foi muito bom relembrá-la.
Um beijo!