“All the world’s a stage,
And all the men and women merely players.” (As You Like It)
Os versos de Shakespeare reverberam aqui mais insistentes do que nunca.
Gelato na mão, caminhamos pelas galerias internas com o céu tingido no alto, iluminado como uma noite enluarada. À nossa volta, em tamanho natural, uma paleta colorida de réplicas arquitetônicas da Renascença, com o exotismo da mistura das influências moura e bizantina. Em tudo, um brilho dissonante, tinindo de novo. Na praça que lembra um pouco a de São Marcos, apresentação de música do trio de violão, flauta e violoncelo, muito movimento nos cafés e restaurantes (supostamente alfresco), um mundaréu de gente posando para fotos. No canal artificial, até gondoleiros cantantes, transportando quem se habilite a pagar…
Estamos no Venetian Resort Hotel.

Disneylândia para adultos, como tudo mais na cidade, meu marido brinca, dizendo se sentir, ele mesmo, um ator involuntário em pleno Show de Truman, como aquele personagem que de repente se descobre preso num cenário de faz de contas, parte de um reality show.

Praça do Venetian
Passado
Las Vegas fica no estado de Nevada, vizinho à Califórnia. “Vega”, em espanhol, quer dizer “várzea”. O batismo tem a ver com os poços artesianos formados na região, que favoreciam o verde dos prados, criando uma espécie de oásis no meio do deserto. Daí o nome Las Vegas: “as veigas”, “as várzeas”.

The Strip, Las Vegas Boulevard
Descoberta por exploradores espanhóis que lhe deram o nome, foi mais tarde território mexicano, habitado durante muito tempo pelos índios. Os mórmons chegaram em 1855 e estabeleceram um forte, hoje a construção histórica mais antiga da cidade .
A partir de 1885, já território americano, o governo passou a tentar estimular a ocupação das terras por fazendeiros, começando a vender lotes a preços de banana. Um sopro de progresso foi alcançar o povoado em 1905 com a chegada do primeiro trem, mas somente mais tarde, em 1911, é que Las Vegas foi oficialmente incorporada ao condado de Clark, em Nevada, sendo hoje a maior cidade do estado. Depois das fazendas, vieram as empresas de mineração e, em 1931, a jogatina foi legalizada, abrindo caminho para o paraíso dos cassinos e resorts em que a cidade se transformou.

fila indiana de turistas
Presente
Um amigo que viajou com a gente disse que três décadas atrás, na sua primeira visita, se lembra que a faixa etária média dos turistas era mais elevada, o ambiente um pouco mais glamouroso. Hoje, a crowd é bem diversificada, não só em termos de idade, mas de colorido etno-sócio-cultural, com turistas (e sotaques) do mundo todo. Dessa vez, encontramos a BRICs em peso, gente ávida por uma balada, muita tatuagem extravagante, traje minúsculo, alarido etílico, fumaça de cigarro…

cassino
Para crianças, um ambiente assim não tão saudável, diriam algumas mães, a não ser que se consiga passar batido, evitando o fumacê dos cassinos dos mega-resorts e, em certas partes, colocar -lhes uma grande venda nos olhos. A esse respeito, debates acalorados continuam.
Em qualquer um dos cassinos, a bebida alcóolica corre solta 24 horas por dia, de graça, servida por jovens em saias microscópicas, que ganham para manter o povo alegre, inebriado, com a carteira aberta nas maquininhas caça-níqueis e mesas de jogos.
Com o boom adicional do restante da indústria de entretenimento adulto, o apelido de Sin City não é à toa. Em todo canto na rua, no nosso nariz, propagandas e letreiros de casas de massagem, serviços de garotas de programa, gentlemen’s clubs…
A rua principal – a Las Vegas Boulevard – é apelidada “the Strip” (“a faixa”), e concentra a maior parte dos cassinos e hotéis cinco estrelas com seus respectivos parques temáticos, cachoeiras, espetáculos e monumentos faraônicos. Saindo um pouco dessa área, nos deparamos com muitas capelas de casamento, casas mais obscuras de shows de topless, danças exóticas e strip tease.
Me lembro que na primeira vez em que visitei a cidade, em 1998, os preços baixos dos hotéis de luxo me impressionaram. Hoje, eles continuam bem mais acessíveis do que a média lá fora, afinal, a concorrência é grande, mas nem tanto a bagatela de antigamente. A qualidade dos serviços foi elevada e os preços também, principalmente nos finais de semana, quando as diárias dão um salto substancial. Segundo o Dallas Morning News, nesse mês a média dos hotéis em Vegas estava em torno de 111 dólares (o que não quer dizer que não se consiga promoções bem mais baratas). De qualquer forma, fica a dica de que é sempre mais em conta programar uma visita em dias de semana, de preferência quando não houver nenhuma grande feira ou conferência na cidade.
Dessa vez, fomos por conta de uma convenção, sem muita escolha no calendário. Pegamos a estrada 15 rumo norte, de Los Angeles até lá, numa viagem de cerca de quatro horas e meia, meio cansativa para o meu marido no volante, mas pitoresca para mim, no banco do carona. A paisagem desértica, cheia de cactus e montanhas nuas, sempre me transporta para o cenário dos filmes de western, que hoje quase não vejo mais.
No caminho, passamos pela prisão Lovelock Correction Center, em Nevada, que nosso amigo apontou comentando ser onde O.J. Simpson está hoje cumprindo pena. Antes de chegar a Las Vegas, começamos a ver pequenos complexos com hospedagens e cassinos mais modestos, preços bem mais em conta.
Bugsy e os Cassinos
O gangster Bugsy (Benjamim Siegel), popular na panela de Hollywood da época, é considerado por muita gente o criador dos alicerces do oásis da jogatina em Vegas, com a “ambição visionária” da construção do Flamingo Hotel, inaugurado no pós-guerra, em 1946.
O hotel-cassino não foi o pioneiro na região, mas foi certamente o primeiro de grande porte, colosso de extravagância, extremamente bem-sucedido, e serviu de protótipo para os que vieram mais tarde. Bugsy foi morto pouco depois da inauguração, no ano seguinte, e a autoria do crime é atribuída a investidores da máfia, descontentes com o dinheiro desviado por ele durante as obras do hotel. Os mandantes nunca foram condenados pelo assassinato.
Esse é o mito. Entretanto, a verdade é que a concepção do projeto do Flamingo partiu originalmente de uma outra pessoa: Billy Wilkerson, fundador do Hollywood Reporter, ele, sim, dizem os fatos, o verdadeiro inventor ou idealizador de Las Vegas. Bugsy representava os interesses do chefões da máfia que também tinham investido no projeto de Wilkerson e começou trabalhando na implementação com ele, sob sua orientação. Com o tempo, no entanto, aparentemente ególatra de marca maior, Bugsy acabou enciumado, dando um pontapé no mentor, assumindo controle do projeto e espalhando a noção de que o Flamingo tinha sido uma idéia exclusivamente sua. Um filme meio romanceado foi feito sobre sua vida e
lançado em 1991: “Bugsy”, com Warren Beatty e Annette Bening.
Ao descobrir o filão, com o sucesso do Flamingo, a máfia intensificou sua influência na região, construindo outros cassinos e transformando a cidade num popular destino turístico durante as cinco décadas seguintes, até que foi forçada a sair nos anos 80, pelo FBI.
Para quem tem interesse, é possível absorver um pouco mais desse universo na atração Las Vegas Mob Experience , uma espécie de museu interativo, high tech, com a participação de atores, no Tropicana, que tem sido muito bem recebida pelo público. Um outro museu do crime organizado, ainda maior, o Mob Museum, tem abertura prevista para dezembro desse ano, no centro da cidade. O projeto é encabeçado pelo prefeito Oscar Goodman e tem o apoio do próprio FBI.
Basicamente, o modelo do negócio em Vegas quer incentivar as pessoas a ficarem nos cassinos o maior tempo possível, criando uma espécie de Éden que concentra todas as suas necessidades. E não faltam truques e recursos para isso. Por exemplo, a falta de relógios e janelas para que se perca a noção do tempo, as luzes brilhantes, a música alta, a sedução do ambiente luxuoso, as bebidas gratuitas, a permissividade do cigarro, garotas em roupas provocantes para atrair o público masculino… Mesmo quando se ganha algum dinheiro, tudo é feito para que o deixemos por lá. Os hotéis oferecem um pacote tentador de descontos e promoções para o grandes vencedores, como restaurantes renomados, hospedagens de luxo e tickets para shows inteiramente de graça, de forma que a estadia se estenda
e o que se ganha acabe voltando ao negócio.
O que fazer
A primeira vez que visitei a cidade, estava numa fase de curtir a Disney e os parques temáticos, fiquei boquiaberta com a opulência e achei as atrações empolgantes. Hoje, me divirto com a combinação de shows e bons restaurantes, mas confesso que não consigo permanecer mais do que três dias seguidos, meu tempo limite. Embora admita que até hoje só tenha me limitado a explorar o circuito turístico da cidade… Por outro lado, tenho amigos que acham super relaxante ficar de molho nas piscinas temáticas, adoram os caça-níqueis, os spas e shoppings e fazem questão de voltar todo ano, se possível. Dependendo da perspectiva, ou do momento que se vive, Las Vegas pode ser cativante, divertida, fake, borbulhante, decadente, pomposa, estridente, cafona… Ou, quem sabe, paradoxalmente tudo isso ao mesmo tempo.
Na Strip, tem sempre um formigueiro de turistas batendo perna em fila indiana, conferindo cada um dos resorts e suas atrações: o show das águas coreografadas e as flores do Bellagio, a reprodução de Veneza do Venetian, a erupção vulcânica do Mirage, os leões do MGM Grand Hotel, a “Queda da Atlântida” do Caesar’s Palace… Tudo isso absolutamente sem pagar nada. Sapatos confortáveis, um must.
Réplicas e mais réplicas: da Torre Eiffel, do Arco do Triunfo, do Louvre, da ópera de Paris, das margens do Sena, da Fontana de Trevi, da Estátua da Liberdade, da pirâmide do Egito… Para muita gente, a oportunidade de experimentar o gostinho de uma viagem pelo mundo em um dia. Espetáculos fabulosos como os do Cirque de Soleil, ou de estrelas de primeira grandeza da música, do ilusionismo, do circo, do teatro… Uma seleção excelente de restaurantes e, para quem tem um apetite voraz de consumo, compras
nos inúmeros shoppings dos resorts, tendo em mente que os preços caem na medida em que nos afastamos da azáfama da Strip. Os residentes dizem que uma boa alternativa, com preços mais em conta, seria o Las Vegas Outlet Center . Já um dos maiores shoppings em Nevada, (devo frisar “hoje”) é o Fashion Show Mall. Confesso que não fui a nenhum dos dois.
Informações de pacotes, promoções e dicas vantajosas de hospedagem podem ser encontradas aqui (site em inglês, sempre atualizado).
Existe um trenzinho gratuito que conecta alguns resorts e quebra o maior galho quando nossos pés estão cansados. Numa linha suspensa, podemos passar pelos novíssimos prédios do City Center, o maior projeto de desenvolvimento arquitetônico do país, do qual fazem parte os hotéis Aria, Vdara, Mandarim Oriental, o shopping Crystals, e as Veer Towers (condomínio residencial). É um complexo enorme, avant garde, com ar futurístico. Quando passo de trem por lá me sinto um pouco dentro do cenário de Blade Runner (1982).
Terra de feiras, congressos e convenções, tenho a impressão de que essa não vai ser a nossa última visita. Na próxima, gostaria de conhecer um pouco mais a parte frequentada pelos residentes locais, sem as firulas extravagantes da Strip: por exemplo, a Chinatown. E perto da cidade, algumas das reservas e parques naturais: o Spring Mountain Ranch State Park, o
Red Rock Canyon, o Lago Mead, o Valley of Fire State Park…
Mais longe, a uma distância entre quatro e cinco horas de estrada, está o espetacular Grand Canyon. Quem se interessar pela visita, vai a dica de que a parte do Skywalk, com uma grande ponte elevada de vidro, cobra ingressos meio salgados. A parte sul ou South Rim, com o valor da entrada mais em conta, é infinitamente mais interessante, e posso dizer por experiência própria: com uma paisagem de tirar o fôlego. Para encurtar o tempo de viagem, é possível voar de Vegas até lá. Há vários pacotes com helicópteros.
Arremate
A conclusão sobre a cidade? Ainda está por vir. Las Vegas é um projeto multifacetado, em metamorfose constante. Atualmente, as atenções se voltam para a parte do centro que está sendo revitalizada, a comecar pelo City Center. Até os anos 70, a Strip tinha uma aura glamourosa, era um lugar para se esbarrar num punhado de estrelas famosas. Na década de 90, começaram uma série de esforços para tornar o ambiente mais amigável para as crianças. Mas, nos últimos anos, o próprio setor de turismo parece ter adotado de vez o slogan: “o que acontece em Vegas, permanece em Vegas”, indicando que a cidade é mesmo acima de tudo um destino turístico para adultos. Como as famílias costumam ser mais econômicas, o retorno dos investimentos não aconteceu como o esperado e, além disso, muita gente nos shows e restaurantes se irritava com o barulho dos pequenos. Nas ruas e corredores, os carrinhos de bebê atrasavam os passos da turba. Por isso, hoje há muitos pontos com restrições à criançada.

Entretanto, existem algumas atrações e shows para todas as idades. Certos hotéis até incentivam a hospedagem de famílias, como por exemplo, o Caesar’s Palace, que não cobra diária de menores de 17 anos. Por outro lado, tem lugares, como o Bellagio, em que não se permite a entrada de crianças e adolescentes menores de 18 anos. Ponto.
Para quem tem planos de levar os filhos, vale a pena dar uma boa pesquisada.
Afinal, tudo é questão de escolha, um privilégio que o pobre Truman não teve.













Lucy Leite
29/05/2011
Eu não conheço Las Vegas, para para mim deve ser uma cidade que incorpora o cúmulo da breguice estadunidense e a decadência da sociedade de consumo. É até incrível que exista uma coisa dessas! Digna de estudos antropológicos e sociológicos. Se bem que, do jeito que eu sou chegada a uma roleta, capaz que me transformaria em uma jogadora empedernida… digna de estudos psiquiátricos!
Ótimo post, Lilian!
Lilian Kano
30/05/2011
É mesmo um ambiente surreal, Lucy. Wilkerson, Bugsy e o restante da máfia sabiam que tinham que criar uma coisa bem diferente para atrair os VIPs da época para o meio do deserto. E isso vale até hoje. Tá aí no que deu!
Um abração!
Samanta
03/06/2011
Não tem como não gostar dessa cidade, mesmo indo com menos de 21 e sem poder jogar, é um sonho estar naquela cidade!
Rodrigo
03/06/2011
Sim, Vegas é muito brega, mas é muito legal lá!
aconselho a todos que estiverem na California a passar pelo menos 3 dias lá… de LA pra Vegas são +ou- 4 horas de viagem pela I-15….
Do’s: Stratosphere, Hoover Dam, Vegas antiga, Placa “welcome to las vegas (próximo ao cassino Mandalay/luxor), loja da coca-cola e mms (próximo ao MGM), lojas 99¢ (muito útil pra quem não quer gastar muito com café da manhã…
Lilian Kano
03/06/2011
Bem-vindos, Samanta e Rodrigo!
E obrigada por essas últimas dicas. Com uma boa pesquisada é mesmo possível descobrir uma penca de atrações com o mínimo de despesa.
Além das listas do texto e do Rodrigo, seguem aqui algumas outras opções com entrada franca:
- Circus Circus (http://www.circuscircus.com/las_vegas_entertainment/circus_acts.aspx), com apresentações de meia em meia hora a partir de 11 da manhã;
- shows ao ar livre de sereias na entrada do Treasure Island, começando à tardinha (horários no site http://www.treasureisland.com/shows/sirens_of_ti.aspx);
- o show de uma hora do Big Elvis, no Bill’s Gambling Hall and Saloon do Harrahs (http://www.bigelvis.biz/);
- o Museu Marjorie Barrick de História Natural (http://www.vegas.com/attractions/off_the_strip/barrickmuseum.html);
- visita à fabrica de chocolates Ethel M. (http://www.vegas.com/attractions/off_the_strip/ethelm.html)
Abraços!
Andre
03/06/2011
Belo post…Nem em sites sobre turismo ou de noticias traz uma descrição tao completa de como é o ambiente la em Las Vegas, eu fui la em abril de 2010 e voce conseguiu expressar fielmente, claramente e de forma bem completa sobre o que é Las Vegas…Parabens
Lilian Kano
03/06/2011
Fico feliz com o feedback, Andre.
Vegas não é uma unanimidade. A apreciação de cada um vai variar dependendo dos interesses, da experiência pessoal e da fase que se vive. Mas é mesmo uma cidade diferente. Como diz o Rodrigo, se alguém estiver visitando a banda oeste do país, vale a pena dar uma conferida e formar a sua própria opinião, não é mesmo?
Volte sempre e um forte abraço!
Marcelo
05/06/2011
Bem legal o artigo. Muito bem explicado.
Eu estou indo morar em Miami em alguns dias e com certeza vou fazer mais de um passeio por Vegas.
Dá uma olhada no meu blog depois! Ele é sobre intercâmbio.
E se possível add na sua blogroll.
abs
Marcelo
Lilian Kano
06/06/2011
Oi, Marcelo
Da Flórida só conheci Key West e um pouquinho de Miami.
Saí de Miami com uma impressão bem festeira e alto astral. Tudo de bom na mudança!
Abraços
steve
14/06/2011
I did not understand a word, but i think I was in Vegas with you guys on that trip. Hopefully you had some funny lines in your blog and more importantly i hope you did not rely exclusively on me as one of the main sources of information on Vegas!..As always looking forward to your next blog-regards to all my Portuguese speaking friends
Lilian Kano
15/06/2011
Hey, Steve! You were indeed on this trip. I got bumped to the backseat because of your trick neck injury. Or did you just want to ride shotgun with my husband? Seems suspicious…
Thanks for the comment! See you soon.
steve
15/06/2011
finally i understood something-yes i think i hurt my neck looking at all the uh – people- in vegas or perhaps i got injured admiring my poor cards and poor play at the poker table.
adues!
P.S. Vancouver-sorte boa hoje a noite- bring the cup home!
Lilian Kano
18/06/2011
Boa sorte em tudo, Steve!
steve
20/06/2011
Boa sorte para você também
Alzira Amorim
21/09/2011
Oi Lilian San, Em maio de 1988 estive em Las Vegas. Fiquei no Caesar’s Palace. Visitei os
hoteis Fremont, Circus Circus, Nugget, Flaming Hilton e assisti a um show Jubilee de
Donn Arden’s no Bally’s Hotel. Como turismo gostei muito. Aproveitando a oportunidade fui conhecer o Grand Canyon pela Air Vegas. Você hoje fez eu mexer nos meus albuns de
fotografias para recordar o passado. Vi coisas muito bonitas . Até tentei uns trocados, mas
não ganhei nada nem experiência. Seus escritos todos estão ótimos. Continue assim.
Bjs. Alzira
Lilian Kano
22/09/2011
Sabe que o Carl até se deu bem nas maquininhas?
Nosso amigo que foi com a gente já foi jogador profissional. Agora ele vai de vez em quando para brincar e pega bons descontos nos hotéis, contanto que se comprometa a jogar pôquer por um certo número de horas… Se bobear, pode ser mesmo viciante.
Um dia, me mostra as suas fotos?
Um beijão!